© 2020 by Taís Fagundes

  • Taís Fagundes

Aprender INGLÊS

Dominar um idioma estrangeiro é ter mais uma forma de ver a vida.

Ao longo dos anos, escuto comentários de pessoas do meu ciclo de convivência dizendo o quão difícil é aprender inglês. Alguns, inclusive, já entraram e saíram de cursinhos sem concluir nenhum, gerando uma frustação e um sentimento de "eu nunca vou aprender esse idioma".


O mercado de trabalho exige e eis que há uma nova tentativa, porém, a bagagem não é um coração aberto para aprender, mas sim uma obrigação e isso leva novamente ao sentimento da frustação batendo na porta.


Quero te contar o que eu aprendi...


Aprender um idioma, seja qual for, requer tempo, dinheiro e energia.

Tem que fazer sentido estar naquele caminho de aprendizagem porque do contrário, não há um happy ending (final feliz).


Cada um de nós tem uma história e junto com ela, nossas preferências.


A melhor maneira, que eu vejo, para aprender uma nova língua é absorvendo a cultura do idioma.


Provando as comidas que os nativos dos países que falam inglês comem. Como se eu fosse também de lá...


Provar panquecas americanas com mapple syrup, comer balas water taffy e seus doces maravilhosos de Halloween: reese, nerds, candy corn, etc. Ou seja, provar, degustar...




Imagina aquele cheiro de café que veio junto de um copo branco, com uma marca em verde e que os atendentes da loja de café colocam o seu nome? Starbucks, for sure!


Cheire... deixa a imaginação levar...

Seja pensando no Donuts do Homer Simpsons ou das que aparecem com os policiais dos filmes americanos.


No hamburguer, cheeseburguer ou o que for! Estamos rodeados dessa cultura para absorver, mesmo vivendo no Brasil.


Tire um dia para olhar ao seu redor e ver se encontra fragmentos do idioma inglês no Brasil.


Assistir filmes e séries que combinam com teu gosto e que são os que os nativos assistem. FRIENDS, Sex and the city, The ranch, etc.




Tocar em texturas, ver cores, sentir tecidos feitos pelos povos nativos de outra nação. Entender o contexto da produção (no feito à mão). Desfrutar artesanatos locais ou souvenirs.



Viva! Sinta! Abra a mente!

Não espere que as aulas de gramática tomem conta da tua mente (a gramática é importante, tal qual entender que é preciso "calçar os sapatos" do nativo do idioma...).

Encontre tuas preferências.

Quais autores de países da língua inglesa tu te identifica? Quais lugares pretendes visitar?





Escutar, repetir e escutar. Cante sozinho! Repita em voz alta o que aprendeu, sem se importar se a pronúncia está correta ou não... Inicie esse processo de repetição. Lembra que é assim que uma criança aprende: escutando, falando e ajustando.

Cantar é uma excelente opção.






Aí está o que aprendi: trabalhar com os sentidos.


Afinal, absorvemos:

10% o que lemos

20% o que escutamos

30% o que vemos com figuras

70% o que vemos + ouvimos

90% o que nós mesmos fazemos


É necessário encontrar uma escola e um método de aprendizagem que tu te identifiques. Fuja de protocolos prontos e dê preferência ao ensino que visa entender como o aluno vai aprender melhor, ou seja, que foque no aluno e não em um jeito quadrado de comercializar um idioma. Entenda que estás em um mundo capitalista e que muitas vezes isso é representado também no ensino de idioma. É um aprendizado de médio a longo prazo sim! Ou aprendeste português em 1 ano? Não neh... levou anos até chegar ao ponto comunicável e mais alguns anos para a fluência.


Então, analisa a tua rotina, encontra algo que te faça feliz e te faça pertencer ao idioma!


Não deposita a culpa no idioma... Abre a mente e sinta esse mundão que o 'falar inglês' vai te abrir. As viagens começam dentro da gente... no planejamento e pesquisa. Vai firme! Vai aprender a ver o mundo de mais uma forma! Eu garanto: é incrível!


Benefícios de ter um cérebro bilíngue: